quinta-feira, 23 de maio de 2013

O Professor Pesquisador


Uma educação de qualidade, em que corpo docente e discente esteja motivado, todos se empenhando para um melhor resultado no processo ensinar e aprender é o desejo de todos os que  compõem uma equipe escolar.
No entanto, o que fazer  diante da situação-problema enfrentada pela ESCOLA RUMO AO FUTURO
Primeiramente, sabe-se que conteúdos que sejam do interesse do alunado já é um grande avanço no processo ensino-aprendizagem. Então, essa ideia, diga-se de passagem, ultrapassada,  de que o currículo é algo pronto é inaceitável, como diz o texto base" o currículo não é estático, mas dinâmico, está sempre inacabado" e " nós, professores, somos sujeitos que influenciamos e fazemos parte da construção do currículo e não meros executores deste".   
É certo que os alunos precisam aprender/conhecer, dominar os conteúdos referentes às disciplinas Português, Matemática, FÍsica, Química entre outras, pois esses conhecimentos eles irão precisar vida afora, em diferentes situações, mas passar esses conhecimentos como sendo esses algo abstrato que não tem associação com a realidade do alunado é algo extremamente inviável. É preciso construir uma ponte entre o currículo e a realidade do aluno, para assim, tornar o ato de aprender significativo para o educando. E, dessa forma, fazer com que as aulas ministradas sejam cada vez mais atrativas e despertem a atenção dos mesmos. " Para Stenhouse, citado por Zeichnner, a sala de aula deveria ser encarada como um laboratório, no qual o professor-pesquisador escolheria a melhor maneira de despertar em seus alunos o desejo de construir conhecimentos significativos para eles".
Para se construir esse currículo significativo, dinâmico, entra aí, o papel do professor-pesquisador dito acima. O professor precisa, ao elaborar o currículo, levar em conta o interesse dos alunos, suas necessidades, suas dificuldades,ou seja, buscar caminhos, alternativas que ajudem os estudantes na construção de seus conhecimentos. Segundo Sacristán "a escolaridade é um percurso para os alunos (as), e o currículo é seu recheio, seu conteúdo, o guia do seu progresso pela escolaridade". Nesse sentido, o professor não pode e nem deve ser e/agir como aquele que apenas transmite um saber sistematizado, hoje, o papel do professor é, acima de tudo, de intermediário entre os conteúdos e a atividade a ser desenvolvida para assimilação do conhecimento.
Então, outro ponto a sinalizar é que todo professor precisa ser PROFESSOR-PESQUISADOR, para assim melhor realizar seu trabalho com seus alunos. E, sem sombras de dúvida, o trabalho com interdisciplinaridade é um caminho rico e que tem mostrado bons resultados frente aos alunos. Como profissional da educação compartilho da ideia de que um sistema educativo eficaz será aquele capaz de dar educação  de qualidade numa perspectiva interdisciplinar.
Professor motivado, aluno motivado, torna todo percurso educacional mais fácil, mais prazeroso e, assim sendo, os resultados serão satisfatórios. vejo isso claramente em meu trabalho, quando o aluno se sente parte integrante do processo educacional, ele caminha com maior motivação.
Os frutos alcançados nas avaliações mostram que já evoluímos, mesmo que pouco mas já é um avanço. Então outro aspecto a frisar é que avaliações como o ENEM,PROVA BRASIL são válidas a partir do momento que usamos os seus resultados para avaliarmos também como profisdsional da educação, como diz o texto " refletir criticamente sobre seu fazer pedagógico sobre aquilo que deu certo, do que não deu certo e o que precisa ser mudado", isso é muito importante. Tudo isso, com o intuito de melhorarmos nossa prática docente para o melhor fazer com o educando. O professor precisa se questionar, refletir sobre sua prática pedagógica, com um olhar atento, criterioso. Não se busca com isso quem é o responsável pelo fracasso de alguns alunos, mas descobrir onde está o problema, aquilo que não está contribuindo para o progresso do aluno e buscar saídas. E para isso, o professor precisa se auto-avaliar SEMPRE, é através da AVALIAÇÃO que vem o crescimento, que vem a transformação, a mudança que  todos buscamos para a EDUCAÇÃO.             

O Curriculo Escolar



O currículo escolar é um dos instrumentos pedagógicos mais importantes na mediação deste processo tão encantador que é o ensino aprendizagem. O grande lance é que infelizmente ele ainda não é pensando na perspectiva de se contemplar as especificidades dos educandos e a realidade da comunidade escolar,uma vez que ainda insistimos em seguir fórmulas e receitas prontas,deixando de considerar as nuances que constroem ou ajudam a construir a escola em sua essência.Esse currículo precisa ser construído dentro da Unidade Escolar com todos os atores que serão participantes deste processo, desta forma realidades de espaços como o da escola supra citada no estudo de caso, minimizará em grande parte,como por exemplo questões como altos índices de repetência e evasão escolar uma vez que mais próximo da realidade destes atores, mais significativa será a aprendizagem. Assim desenvolvendo por exemplo atividades que despertem o interesse em aprender através de métodos metacognitivos onde esses educandos passarão a ter consciência de que de fato podem construir o seu conhecimento tendo como ponto de partida um currículo próximo, ou seja aquilo que para ele é tangível. De acordo com Arroyo (2007), os educandos devem ser reconhecidos como sujeitos da ação educativa.Desta forma o professor precisa estar sempre na posição de pesquisador,buscando dar sentido a sua pratica docente, retroalimentando-a constantemente, buscando suas bases filosóficas e ajuizando a sua pratica com a elaboração de hipóteses e experiências visando a eficacia de seu fazer pedagógico. Claro que aqui não estamos a tratar em sucessos na aprendizagem mais sim em tentativas planejadas e coerentes com os reais objetivos que ,neste caso os professores,desejam passar em seu processo de ensinagem,ou seja um planejamento estratégico de seu currículo. Não se deve entender currículo próximo a realidade do aluno e da escola com a minimização de conteúdos ou a eliminação de uns em detrimento de outros, aqui a discussão é voltada para a necessidade de se respeitar questões especificas que interferem neste currículo, buscando desenvolver método e planejamentos que visem superar esses desafios.Se por exemplo um aluno não desenvolveu a sua competência leitora ou tem dificuldades nas questões lógicas e isso já foi detectado previamente,á de se lançar mão de alternativas interdisciplinares para superar essas barreiras impeditivas para o avanço e desenvolvimento deste educando.Os instrumentos avaliadores do processo de ensinagem em nosso país são perversos, pois não levam em consideração o nível cognitivo nem as condições sociais de cada individuo, partem do pressuposto que já se fora apresentado, a esses determinados seres cognoscentes com respectivas idades e series, para ser mais especifico 5ª/6º, 8ª/9ª e 3º Ano do Ensino Médio, conteúdos curriculares necessários estando os mesmos aptos a responde-las, o que em muita das vezes é uma inverdade pois esse alunos além de, por tantos motivos,inclusive os supra citados não assimilarem os respectivos conteúdos ,em sua grande maioria em si tratando de escola publica, estão até sem saber o real significados dessas avaliações não as encarando com a sua devida seriedade, mascarando dados,apenas desta reflexão retira-se o Enem pela enfase a sua importância também na mídia, instrumento de um poder de alcance imensurável para os nossos educandos. Assim buscar a construção através da discussão com a comunidade escolar, de um currículo real em uma perspectiva,inter-multidisciplinar é um dos caminhos que premitirá a esse corpo escolar transcender em sua pratica pedagógica, onde o desenvolvimento do estudante impactará de forma positiva naturalmente nos resultados coletados através dos instrumentos avaliadores,prova brasil, Enem, provinha Brasil etc.... uma vez que de fato aprendizagem foi significativa.

Observa-se a semelhança das inquietações, questionamentos e responsabilidades, independente de onde  se mora .Considera-se como Inclusão Digital o processo mediante o qual as pessoas obtêm acesso à tecnologia digital e se capacitam para utilizá-la de modo a desenvolver competências que resultem na melhoria da qualidade de sua vida, e, no  caso dos professores, na melhoria da qualidade do ensino.
Baseado nisso , o fato de que a Inclusão Digital envolve alguns componentes que contribuem para  o aperfeiçoamento pedagógico: acesso à tecnologia digital, capacidade de manejar essa tecnologia do ponto de vista técnico e a capacidade de integrar essa tecnologia nos afazeres diários.
É  de suma importância  colocar computadores nas escolas e dar acesso à Internet para professores e alunos, ajudando-os a construir competências essenciais para melhorar a qualidade do ensino, como já citado anteriormente, mas o que preocupa também, é que o investimento de oito anos de escolaridade não consegue fazer com que  muitos alunos se tornem efetivamente "incluídos" na tecnologia da leitura e da escrita.
Desse jeito, qualquer programa de Inclusão Digital através da escola deve explorar as formas em que a tecnologia pode ajudar os alunos a aprender melhor, ou seja, torná-los capazes de fazer aquilo que, antes, não se era capaz de fazer, e supondo-se que, dado o tempo relativamente exíguo que a criança e o adolescente brasileiro passam na escola, dar-se-á foco aos aprenderes realmente importantes para a vida.
Assim sendo,  a capacitação de professores ,para que possam explorarem a forma em que a tecnologia  possa ajudá-los  e ajudar aos seus alunos ,mudará os seus hábitos  e costumes. Este novo mundo virtual, o ciberespaço, está acessível a todos. No entrelaçar dos hipertextos e das hipermídias, faz com que a gama de informações na teia mundial, seja na educação, entretenimento, saúde, etc., estejam disponíveis por intermédio de um simples clique.
Dessa forma, mesmo com toda a evolução tecnológica e o uso importantíssimo das TICs na educação, não pode imaginar que este rico universo virtual com vasta gama de informações possa gerar por si o conhecimento e desenvolver a inteligência. Será sim, necessária, a intervenção dos professores para auxiliar que seus alunos articulem as informações existentes na Web, analise-as, relacione-as, reorganizando em esquemas ou atividades diversas, que os levem a novos conhecimentos, inclusive confrontando-as com ideias de alguns autores, contidas nos livros didáticos.
É importante também que os profissionais de educação não sejam resistentes às novas Tecnologias de Comunicação e Informação, e, sim, que evoluam, que troquem experiências com colegas, tanto de sua Unidade Escolar, como de outros Instituições de Ensino, visando, repito, a melhoria da qualidade do ensino, enriquecendo sua prática-pedagógica.

Sabe-se que a aprendizagem é o resultado das relações que o sujeito estabelece com o mundo, atribuindo-lhe significado, e que a escola é a instituição formal para este fim. Portanto, é na escola, como instituição formal, que os saberes socialmente construídos se consolidam, e proporcionam o movimento dialético de desenvolvimento do potencial humano, ao mesmo tempo que possibilita a transformação social.

Conclui-se com a fala  do Professor José Manuel Moran: " Internet nos ajuda, mas ela sozinha não dá conta da complexidade do aprender".
http://hospedandosites.com.br/?ref=edyx






Depoimento de um homossexual


  Olá,meu nome é JJ,tenho 23 anos ,mora em uma cidadezinha baiana,sou publicitário e sou homossexual.Aos 12 anos de idade descobri que me interessava por  pessoas do mesmo sexo que eu,no começo me senti estranho,com muito medo das minhas atitudes,pois elas eram  denunciadoras do meu gosto sexual.Tentei esconder o máximo ,pois tinha medo das reações das pessoas ,principalmente dos meus pais que eram bastante conservadores.No colégio,começou a surgir as piadinhas,os xingamentos,as recusas e até mesmo afastamento de pessoas que eu considerava meus amigos.As  pessoas me perguntavam se eu era gay e eu prontamente negava e me chateava com tudo isso,deixei de ir a escola por alguns dias alegando está doente  para me livrar da situação em que eu estava vivendo,sim,porque isso só acontecia na escola,a minha família nada desconfiava.
     Passou o tempo e cada vez mais eu gostava de está junto com os meninos e até mesmo com rapazes e homens,tinha uma verdadeira obcessão por eles.Um certo dia um vizinho me chamou  para sair,ele tinha acabado de se mudar e não conhecia ninguém,aceitei!Estávamos na pracinha quando a cambada da escola apareceu e começaram a dizer que nós estávamos namorando,fiquei morto de vergonha pois o meu vizinho não sabia desse meu segredo,tive medo da sua reação,mas ,fiquei mais assustado ainda quando ele,levantou e disse em bom tom"estamos namorando mesmo e daí ?Por acaso ele é namorado de algum de vocês?"Cara ,a galera toda ficou pianinho pois o meu suposto namorado era bem alto e forte ele devia ter seus 20 e poucos anos e a cambada da minha idade ,17 anos e bem fraquinhos.Bem,voltamos para casa mudos,nem uma palavra .Eu com vergonha e muito agradecido pelo que ele fez e ele por ter descoberto o meu segredo talvez!Quando  paramos na frente da minha casa ,ao nos despedirmos ele me puxou com força e me beijou,puxa!Fiquei tonto!Nem vi que meu pai ia chegando  naquela hora e viu tudo!Não me disse nada,acho que ele estava tão surpreso quanto eu.Entramos em casa,fui para meu quarto com o coração saindo pela boca por medo do que me esperava e pelo beijo roubado do vizinho.Não  conseguia dormi,levantei e disse para mim "seja "homem" conte à eles!Levantei e fui,estavam na sala meu pai minha mãe e minha irmã,contei!Meu pai chorou...minha mãe e minha irmã me olharam com certo dó,nunca mais tocamos nesse assunto,é como que isso não existisse.A vida continua,estou até hoje com meu vizinho,muitas pessoas me respeitam outras me ignoram...e do mais sou feliz,faço o que gosto,eu me aceito!