quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Gestação,parto e nascimento


Nossos filhos ,a eterna preocupação

                                 

 Gestação,parto e nascimento.

A primeira gestação é geralmente uma imensa alegria para o casal e familiares.Porém depende do tipo da gestação;gravidez prevista e desejada,gravidez não planejada,gravidez  no inicio da vida matrimonial,gravidez tardia ,etc.De todos os casos há sentimentos confusos,que o casal precisa está consciente para poder lidar com tal situação.A mulher fica super feliz em realizar seu sonho  de maternidade,e adora ver seu corpo se modificar,de planejar as roupas que usará em determinado lugar e de preparar o enxoval do bebê,etc.,mas fica muito irritada com alguns sintomas que ocorre principalmente nos  primeiros meses de gestação.

   O afeto pelo bebê vai aumentando de acordo o tempo passa ,cresce muito mais o amor pelo bebê quando começa os primeiros movimentos  do feto em seu ventre.Logo após o parto,quando a mãe pode sentir seu filho nos seus braços é uma explosão amorosa entre mãe e filho.

Aí vem as dúvidas,será que terá capacidade de cuidar desse ser tão pequeno?Será que conseguirá passar noites sem dormir para cuidar desse pequenino ser?Estas dúvidas são     perfeitamente normais para uma mulher que está sendo mãe pela primeira vez.Com o tempo ela perceberá que é capaz de cuidar do seu filho e se relacionar socialmente adaptando-se com sua nova vida.

Hoje,com hábitos tão modernos  a mulher não precisa se sacrificar  tanto como antigamente,o trabalho pode ser programado em função do bebê,as limitações sociais  não são tão grandes,o orçamento familiar vai aos poucos se adaptando com  o surgimento do novo ser.

O pai por sua vez pode ter m comportamento variado conforme o momento da sua vida,Alguns ficam mais carinhosos e toleram as limitações sociais,acostumam-se com a diminuição do libido da mulher e reduz também seu desejo sexual.Outros tornam-se enciumados ,irritados e aumentam seu desejo sexual e acabam procurando outras mulheres.

Atualmente os pais participam ativamente da gravidez  como  indo com suas esposas as consultas do pré natais  ,acompanhando o  momento do parto  e dos cuidados com os bebês quando esses nascem.

Depois do nascimento,é importantíssimo que o bebê seja  acompanhado por um pediatra para seu bom desenvolvimento

 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A obesidade pode gerar várias doenças


                                               A  obesidade pode  gerar  varias doenças

As  pessoas, em  sua  maioria   não se dão  tempo  para  cuidar   do seu  próprio corpo  da  sua  saúde . A  falta  de  uma  alimentação  saudável   juntamente  como pratica  de  exercício , contribui  para  adquirir a  obesidade  , uma   doença que  vem alastrando   cada vez mais  as  pessoas  em toda  a  terra.

Nediez   ou  Pimelose ,  obesidade  (do  grego  pimel =  gordura ,Ose = mórbido ) é   um  mal  crônico , onde  a  gordura onde  a  gordura  natural   aumenta  trazendo   problemas   de  saúde  e  levando  ate  a   morte   isso apresenta  o resultado  energético  positivo .

Mesmo  a  obesidade   sendo  uma  condição clinica  individual  esta  se  tornando  um  problemas   crescente  de  saúde   publicas . A obesidade   sendo uma  condição  clinica individual  esta  se  tornando   um  problema  crescente  de saúde  publica . A  obesidade  acarreta  varias doenças  entre   elas  as  mais   comuns : doença cardiovasculares , diabetes ,  apneia do  sono  e  asteoartrite  .

O  estresse  da  cotidiano e  a  pouco   tempo  de  sono  colabora  muito  para  a  presença  da  obesidade , sendo  que  principais   fatores para  adquiri-la   é   o sedentarismo  e  alimentação inadequada .

O  fator  genético , tipo a  polimorfismo  em  genes  que  controla  o  apetite e  metabolismo , predispõe  para a  obesidade  varias  condições  genéticas  que  tem  obesidade como    sintomas  foram identificados   síndrome de  Berdit-Biedl, Proder –Willi  síndrome  de  momo  e  mutações   dos  receptores  de  lipitina   e melanocortina .

                                                 Tratamento

 O tratamento  da  obesidade é  a  redução  do peso  ou ,seja , da  gordura   corporal , por  meio de  exercícios   físicos  e  uma  dieta . Muitas   pessoas  perdeu  somente  8%  da massa   total ,isso  pode  parecer  insatisfatório  porem  na  verdade , toda  perda e  significativa  para  a  saúde .

domingo, 6 de outubro de 2013

Saúde pública,direito do cidadão


RESUMO:


Este artigo tem por objetivo mostrar a saúde como direito do cidadão, partindo da problemática: por que não há respeito pelos direitos dos cidadãos, principalmente no que tange a saúde pública? Neste contexto pontuou-se aspectos como o acesso, avanços ao direito à saúde, além do deu atendimento integral. E para efetivação dos estudos desta temática é que se buscou a pesquisa bibliográfica tendo por aporte teórico os estudos de Albuquerque, Bravo, dentre outros, os quais mostram a saúde como direito do cidadão e dever do estado. Portanto, a partir das análises observou-se que os cidadãos não têm seus direitos respeitados e nem garantidos, o que demanda dos governos a garantia da saúde pública de qualidade para os cidadãos.  


PALAVRAS- CHAVE: saúde pública, direito do cidadão, atendimento integral.

 

 

INTRODUÇÃO:


            A saúde pública no Brasil é uma questão social quem vem sendo enfrentada desde o período colonial até os dias atuais. Para analisarmos a saúde do nosso país se faz necessário investigar suas raízes históricas e as influências relacionadas à saúde como os contextos das políticas sociais e econômicas. Os colonizadores Portugueses até a instalação do império não dispunham de nenhum modelo de atenção à saúde da população e nem mesmo por parte do governo colonizador (Portugal), em criá-lo.

Deste modo a atenção à saúde limitava-se aos próprios recursos da terra (plantas, ervas) e aqueles que por conhecimentos empíricos (curandeiros) desenvolviam as suas habilidades na arte de curar, de tratar da saúde do povo, como os médicos.

Percebe-se que não havia naquela época um interesse real pela saúde por parte dos governantes, assim esse interesse limitava-se ao estabelecimento de um controle sanitário mínimo da capital do império, tendência essa que se alongou por quase um século.
            A carência de profissionais médicos no Brasil tanto Colonial quanto Imperial era enorme, e a inexistência de uma assistência médica estruturada fizeram com que se ploriferassem pelo país os boticários (Farmacêuticos), que buscavam cuidar da saúde da população.
            O processo evolutivo do país aconteceu e sofreu a forte determinação do capitalismo, mas a saúde nunca ocupou lugar central dentro da política do estado brasileiro. E é partindo desta constatação que este artigo objetiva mostrar a saúde como um direito do cidadão e um dever do estado, o qual deve ofertar ao povo o acesso a uma saúde pública de qualidade, com pleno atendimento sem nenhum tipo de distinção.

E para realização dos estudos e análises da temática em questão é que se utilizou a pesquisa bibliográfica para que a partir das fontes teóricas, como Albuquerque, Bravo, Constituição Federal Brasileira, dentre outros, se possa pontuar os diversos motivos para que a saúde esteja em primeiro plano nas bases governamentais, buscando-se oferecer ao povo uma saúde pública com mais qualidade e de acesso para todo e qualquer cidadão.

Portanto, através deste artigo busca-se mostrar a relevância do estudo desta temática para que as pessoas se conscientizem de que os problemas referentes à saúde só serão sanados a partir do momento em que se veja a saúde como um direito de todo e qualquer cidadão, e que esta é um dever do estado, o qual deve proporcionar aos cidadãos atendimento de qualidade e integral quando necessário.

 

1 AVANÇO E ACESSO NO DIREITO À SAÚDE

 

A questão da saúde é uma temática corrente nos meios sociais, mas que não é vista como prioridade pelos governantes, o que ocasiona consequências gravíssimas para a população mais carente, a qual demanda uma assistência médica/hospitalar com mais frequência, devido às condições de vida que possuem.

Fazendo-se uma retrospectiva histórica na área da saúde brasileira pode-se notar que esta nunca teve, até a década de 1988, um olhar mais específico e fundamental dos governantes, os quais restringiam a sua participação neste aspecto no que se refere a um controle sanitário mínimo, voltado mais à proteção imperial do que da população.

Mas, em 1988, através da Constituição Federal há uma grande mudança na forma como era tratada à saúde no Brasil, sendo este um marco na história da saúde brasileira. Em seu artigo 196  a Constituição Federal traz que a saúde é um direito de todos e dever do estado. Assim a garantia de saúde pública é estendida a todos os brasileiros, contribuintes ou não da seguridade social. O Estado passa a ser responsável por sua execução, direta ou indireta e sua fiscalização.

Denota-se, também, que este artigo 196 determina que “o direito à saúde deverá ser garantido mediante políticas econômicas e sociais que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário as ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação”.

Este avanço na área da saúde foi fruto de lutas populares e sindicais no que diz  respeito ao fortalecimento de direitos sociais fato refletido na constituição de 1988. Com perfil bastante programado em diversos aspectos, a nova carta constitucional propôs um novo ordenamento ao setor da saúde propiciando um desenho particular em aspectos ético-político fundamentais.

Ao fazer uma análise desta carta magna observa-se que através dela universalizou-se o direito à saúde apontando para a garantia de pleno acesso aos serviços médicos/hospitalares sem quaisquer critérios de exclusão ou discriminação, permitindo a todo e a qualquer cidadão o seu uso, e quando necessário o seu internamento.  
            Sobressai como um primeiro rompimento com a situação anterior, em relação ao plano jurídico político, a ideia de universalidade. Ou seja, o direito de todo cidadão brasileiro ter acesso aos serviços e ações de saúde quebrando com uma desigualdade histórica que classificavam os brasileiros em cidadãos de primeira e segunda classe contribuintes ou não contribuintes, o que aumentava o caos da saúde pública.
            Analisa-se que além de prevê o acesso universal e igualitário como dever do estado, os determinantes das condições de saúde incorporadas no texto constitucional articulam dois setores: o social e o econômico. A concepção ampliada de saúde como “o efeito real de um conjunto de condições coletivas de existência, como a expressão ativa – e participativa do exercício de direitos de cidadania, entre os quais o direito ao trabalho, ao salário justo, a participação nas decisões e gestões de políticas institucionais “[...] impõe reconhecer a intrínseca relação entre direitos sociais e econômicos, entendendo também que a intervenção estatal na esfera das políticas sociais, não pode ser vista como independente dos interesses econômicos” (LUZ, 1991, p.29).

Assim, segundo Nogueira (2002) estes por sua vez moldam e incluem na agenda política e governamental os itens que lhes são relevantes segundo determinações históricas particulares que envolvem o ambiente sistemático e o ambiente programático (NOGUEIRA,2002). Isto implica dizer que as políticas públicas voltadas para a saúde não podem mais envolver apenas o aspecto social, mas está inter-relacionado ao aspecto econômico ultrapassando os limites dos discursos normativos, buscando superar com isso as injustiças sociais historicamente construídas e perpetuadas no decorrer dos tempos.    
            E é nesta perspectiva que confirmando os pressupostos contidos no artigo 196 da Constituição Federal (1988) que o art. 198, através das diretrizes, delineia outros pontos que sedimenta o direito social à saúde, encaminhando níveis programáticos aos mesmos, como se depreende da leitura das mesmas:

 

As ações e serviços públicos integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constitui um sistema único organizado de acordo as seguintes diretrizes:

I – descentralização, com direção única em cada esfera de governo;

II – atendimento integral com prioridade para atividades preventivas sem prejuízos dos serviços assistenciais;

III – participação da comunidade.

                                                             

 

 

Enfim, a saúde pública ganha novo olhar, sentido, importância para a política social dos governantes e, em consequência, a população/comunidade terá acesso a este bem social que é um direito seu estabelecido agora por lei, o que beneficia à população marginalizada com as injustiças sociais.

 

 

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

 

As considerações finais não representam um fim em si mesmo, nem tampouco um ponto final no estudo realizado acerca do tema proposto neste artigo. Muito pelo contrário, ele reúne em si palavras que sistematizam toda a análise realizada ao longo destas páginas que chegam aqui em sua culminância. Considerando o tema amplo e vivo, sujeito a reavaliações e revisões, essas considerações procuram redirecionar para o futuro novos olhares, sem, no entanto, desconsiderar o presente recorte, construído até então.

Verifica-se após as análises realizadas que o atendimento das necessidades relacionadas à saúde remete ao atendimento das necessidades elementares do ser humano, dentre as quais se destacam: a alimentação, a habitação, o acesso a água potável e saudável, aos cuidados primários da saúde e à educação.

Percebe-se, assim, que atender as necessidades da  saúde  da  população  requer  um salto qualitativo nas condições de vida destas pessoas, o que não é algo automático e nem garantido a curto prazo, mas depende da interlocução de um conjunto de fatores, dentre os quais está a educação para a saúde associada ao atendimento integral do ser humano. 

Para tanto se torna necessário que haja a articulação das equipes de profissionais e dos serviços dentro de uma rede complexa, favorecendo a consciência do direito à saúde, além de instrumentalizar o assistente social para a intervenção individual e coletiva sobre os determinantes do processo saúde/doença, reconhecendo-se a pessoa como um todo indivisível que vive num espaço local, num mundo pretensamente globalizado.

Assim, tratar da saúde pública como direito constitucional de todo cidadão torna-se um desafio, pois a abordagem deste aspecto em diversas áreas, sejam elas políticas ou educativas, encontrará resistências significativas, assim a efetivação de uma saúde pública de qualidade onde haja a integralidade dependerá das respostas que os profissionais do campo da saúde possam dar para que se continue avançando e consolidando um SUS onde todos acesso e atendimento integral de qualidade e eficaz.

Portanto, a efetivação de uma saúde pública de qualidade dentro desta sociedade em constante transformação, e que gera, ainda, desigualdades sociais, será fruto de uma mobilização a partir do povo, dos profissionais da saúde, dos assistentes sociais , buscando na prática adquirir, construir no dia-a-dia, com os sujeitos nele envolvidos um relação humanitária e uma assistência na saúde com eficacidade, pois se ter uma saúde pública de qualidade na atualidade pressupõe-se por pensar num mundo mais justo e igualitário.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

ALBURQUERQUE, Manoel Maurício. Pequena História da Formação Social Brasileira. Rio de Janeiro: Graal, 1981.

 

ALMEIDA M. H. Federalismo e políticas sociais. In RBA Affonso & PLB Silva. Federalismo no Brasil – descentralização e políticas sociais. São Paulo: Fundap, 2003.

 

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: DF, Senado Federal, 1988.

 

________. Ministério da Saúde. Lei Orgânica da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 1990.

 

BRAVO, Maria Inês Souza et al. Serviço Social e Saúde: Formação e Trabalho Profissional. São Paulo: Cortez, 2009.

 

CECÍLIO, L. C. O. As necessidades de saúde como conceito estruturante na luta pela Integralidade e Equidade na atenção à saúde. Rio de Janeiro: ENSP, 2004. Disponível em: www.lappis.org.br

 

IAMAMOTO, Marilda Vilela. Política Social, Família e Juventude: uma questão de direitos. São Paulo: Cortez, 2006.

 

LUZ, M. T. Notas sobre as Políticas de Saúde no Brasil de “Transição Democrática” – anos 80. In.: Saúde em Debate. Londrina, 1991, nº 32.

 

NOGUEIRA, V. M. O Direito na Reforma do Estado Brasileiro: construindo uma nova agenda. 2002.  Tese (Doutorado em Enfermagem) – Faculdade de Enfermagem, UFSC, Florianópolis.

 

Cartografia


 

 

 

Tarefa Cartografia

Questão 1

Diferencie Cartografia enquanto linguagem, alternativa metodológica e conteúdo.

(3 pontos)

Atenção:

·       1 ponto para explicação referente à linguagem

·       1 ponto para explicação referente a alternativa metodológica

·       1 ponto para explicação referente a conteúdo.

 

 

R: A cartografia enquanto linguagem da geografia refere-se a um sistema código de comunicação capaz de ler e escrever as características do território em estudo, obtendo por meio dele a representação e localização de fenômenos da superfície terrestre, além de outras análises passíveis de compreensão por meio das sínteses espaciais concretizadas no mapa. Já a cartografia como alternativa metodológica define-se como prática no ensino/aprendizagem em que permeia todos os conteúdos do campo disciplinar geográfico, possibilitando a identificação e localização de fenômenos e objetos, bem como suas relações intrínsecas e a compreensão dos conflitos inerentes ao próprio processo de ocupação do espaço. Sendo assim, pode-se dizer que a cartografia como linguagem visualiza o fenômeno geográfico e a cartografia como alternativa metodológica estuda o fenômeno descrito pela linguagem, mas, além disso, agrega os objetos ao redor e o espaço que se faz presente. E a cartografia como conteúdo, é a bagagem teórica que se faz necessária para entender os fenômenos no qual se objetiva estudar, pois o processo de apreensão do espaço por meio da imagem demanda um conjunto de conhecimentos específicos, os quais possuem convenções particulares, que precisam ser conhecidas para permitir a leitura e interpretação do espaço.

Questão 2

Especifique o caráter estratégico dos conteúdos em Geografia. (1 ponto)

R: O caráter estratégico dos conteúdos em Geografia baseia-se na conjugação de funções à Cartografia Escolar, onde esta processa-se num conjunto de linguagem (imagem), alternativa metodológica (caracterização e relação do fenômeno, objeto e espaço) e conteúdo (conceitos), onde juntos contemplam uma abordagem para o trabalho com mapas, possibilitando a decodificação de mensagens, articulação e contextualização de informações. Assim, para o alcance de tais objetivos, utiliza-se algumas ferramentas, entre as quais se destaca as geotecnologias, onde o uso de recursos digitais enquanto objetos de aprendizagem apresenta o potencial de desenvolver o raciocínio espacial e as habilidades de pensamento. Vale ressaltar ainda que no contexto de recursos digitais inserem-se as novas tecnologias e nessas, as técnicas de Geoprocessamento. Outras práticas são as imagens de satélite e as fotografias aéreas, respectivamente, Sensoriamento Remoto e Fotogrametria, se constituem instrumentos importantes ao professor, com significativo potencial de uso, para o alcance daquela perspectiva estratégica de compreensão do mundo.

Questão 3

Explique a importância dos processos de mediação na prática pedagógica em Geografia em geral e na Cartografia Escolar, em particular.

 (1 ponto)

 

 

R: O processo de mediação pedagógica é de suma importância, pois é através dele que é possível a construção da relação entre todos os indivíduos presentes na sala de aula (professores e alunos). Nesse processo o contexto de aprendizagem faz interferências a todo instante, pois estabelece induções e deduções sobre o que está sendo tratado. Nesse sentido, as considerações feitas a partir do vivenciado, do conhecido, do visto, do ouvido, do lido, expressam a mediação na qual será construída a aprendizagem, ou seja, serão essas considerações que construirão os argumentos que visam teorizar e, posteriormente, aplicar. Ao professor, então, compete uma condução desse processo, também orientado à discussão, notadamente no que se refere à busca de aplicabilidade prática de suas proposições. E isso se traduz pelo diálogo que fomente a reflexão e que esteja vinculado à realidade de cada localidade. É essa associação permanente com a realidade imediata, vivida pelos sujeitos da aprendizagem, que propicia a possibilidade de significação aos conteúdos abordados teoricamente e aí, provavelmente, replicação à prática, analogias, generalizações, deduções. Interessante ressaltar a dimensão de valorização do aluno, de seu saber, do coletivo escolar, da comunidade, da cultura local que se estabelece nesse contexto dialógico de aprendizagem. O Professor estabelece os conteúdos a serem analisados e os articula com os saberes do local, para efetivar o processo de construção do conhecimento. Ressalva-se também que não só o diálogo entre os indivíduos  na sala permite essa mediação, mas também os recursos digitais constituem-se elementos de mediação pedagógica e, como tal, podem ser utilizados em vários momentos de uma aula, seja para intermediar a abordagem de algum conteúdo, seja na introdução do tema, na sua referenciação para fins de comparação, diferenciação e generalização e, ainda, na sua própria sistematização, transposição à realidade vivida e aplicação. Seu uso, então, se traduz em fonte de investigação e análise não somente de uma dada temática, mas também da visão de mundo do aluno, em cujo processo de mediação se agrega o capital cultural.

Atividade de Ciências 8ª série


    COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR CARLOS VALADARES

Série: 8º ano   Turma: ____              Turno: ____________ Data: ____/05/2013

Professor: Ana Virginia          Disciplina: Ciências

Aluno (a): _________________________________________­­­_____ Nota: _________

                    

                              Atividade avaliativa da l unidades-Ciência

1-  No   que  se  refere  dos  órgãos internos     do  corpo  humano , leia com  atenção  as  afirmações a  seguir   escreva  V nas  afirmações   verdadeiras  e F   nas  afirmações    falsas:(0,5)

a)  (     ) As  células  tem   material genético   ou   hereditário em  material possui   na  sua    composição   uma  substancia   chamada ácido desoxirribonucleico .

b)  (    ) Na  maior   parte   do    seres  vivos  , o material  genética   fica   dentro  do   núcleo  celular

c) (     )   O  espaço  entre    a  membrana  celular  e  o  núcleo  é    preenchido  pelos   sistemas .

d ) (     ) É   a  membrana  celular   que isola a  célula  do  meio externo  , mas  esse  isolamento  não  é  total.

2) Relacione    as  informações   da  coluna   esquerda    com as  da  direita( 0,5)

(   1 )Células  nervosas  especializadas                         (     )São  os impulsos   nervosos  

na   recepção  de  estímulos         

(    2 )   Fenômeno  de  natureza   elétrica                   (     ) Olfato  e  paladar , visão , tato

que  percorrem   células nervosas                                   audição

(    3  ) Reação   do  organismo  a                                     (     )    Tem  capacidade    de   dá resposta     

contração  muscular, por  exemplo.                             ao  estímulo

(     4  ) Existem  receptores  nervo-                               (    )   células nervosas  receptoras

sos   capazes   de  reconhecer

estímulo  químicos

3) No  que   se  refere  e  formação   da  célula , leia  com atenção  as  frases  que  seguem   e complete  as  lacunas   observando as  palavras   indicadas   no   retângulo  abaixo :(0,5)

Membrana
    Citoplasma
Núcleo

 

a)  A---------------------------  é  a parte   externa. Ela   envolve   o citoplasma e o  protege  e  também  permite     a  entrada  e  saída    de  substancias    da  célula.

b) O  -------------------------------   é  a  parte  interior,Ela   é  responsável   pela   reprodução  da  célula

c)No ---------------------------------  é  que  fica   o  alimento    da  célula

d)O ----------------------------------é  parte responsável pela nutrição  da célula .Ela  a mantém viva

4) Diante   do  que  foi estudado   na  unidade  sobre  o  corpo    humano    ontem  e  hoje   responda a  estas  perguntas    abaixo:

a)  Galeno   inevitavelmente   acabou  cometendo  diversos   erros,   seus   dois  maiores  erros   ocorreram  em  qual  teoria ? ( 0,5)

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b)  Hipócritas  criou   um  sistema racional   baseado  na  observação  e  experiência   atribuindo   as  causas   das  doenças  a quais  fenômenos ?( 0,5)

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c)Explique  a  teoria dos  quatro  humores (1,0)

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d)Quais   foram   as  contribuições   de  Galeno   à  medicina (1,0)

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                                                                                            Boa sorte !